<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d6768210\x26blogName\x3dalmanaque+de+ironias+menores\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://almanaque-de-ironias-menores.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://almanaque-de-ironias-menores.blogspot.com/\x26vt\x3d-2784242289558651308', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
almanaque de ironias menores

caderno de exercícios avulsos e breves, por serôdio d’o. & 3ás 

24.7.09


tráfico

os estranhos trazem-nos estranhezas, coisas e nomes
que não temos e que nos caiem dentro da cabeça e ficam.
não devolvemos as dúvidas ou as diferenças, assumimos
que crescemos e que há outros, como nós, que saltam
a cerca. cerca que nunca foi nossa, só a víamos como nossa. s. d’o.

referência

22.7.09


o futuro depois

arruinada, a casa nossa, a morada que já não partilhamos,
porque nunca a partilhámos. que fazer? s. d’o.

referência

20.7.09


a morte tem um nome estranho

começa a falhar-se a eternidade pelas horas indistintas.
ainda uma hipótese só, mas já além, o mesmo caminho
pelo qual o regresso é, outra vez. a morte tem um nome
estranho. há um coágulo onde se suspeitava a morada
de uma função. s. d’o.

referência

10.7.09


gps

aqui é onde começamos a perder-nos. s. d’o.

referência

8.7.09


guerra das estrelas

carne. mutantes, de trémulos a firmes
e vice-versa, até que a morte nos separe
e descanse. s. d’o.

referência

6.7.09


verbo extinto

frases. um repertório, uma alegoria. o primeiro prémio,
como o primeiro amor. um recital de espessura e geometria,
a alma ao lado, inclinada, convencional e envelhecida.
o idioma das vozes, a corte da inquietude soprada.
o corpo assinalado, sede de si, dança e transferência.
a redenção pelo gesto, pelo trato da opção, pelo copo
cheio. antes bourbon do que nada. s. d’o.

referência

2004/2017 - serôdio d’o. & 3ás (escritos e subscritos por © sérgio faria).